Diante do tempo

18/08/2017

Eu sinto a serenidade do tempo, a calmaria das folhas das arvores diante do vento que ainda não temos.

As arvores se mantem serenas em cima da terra e de baixo do céu.

Mas não por muito tempo, pois suavemente surgi a brisa do vento que faz balançar a folhagem das arvores, e no céu surgem pequenas nuvens brancas, outras cinzas e carregadas, prestes a deixar cair pingos de chuva sobre a terra e o mar.

Eu sinto o silencio diante o que está por vir entre a terra e o céu. 

Fortes tempestades e doces calmarias.

O verde da natureza

O cinza dos prédios

As cores das flores me trazem a melodia de minha vida.

Vida que me ensina a sorrir diante da tristeza.

A subir diante da queda.

A me equilibrar diante do tropeço.

A não me desesperar diante da dor.

A não me calar diante da verdade.

A não aceitar tudo que vai, contra ao que eu acredito.

Não sou dona da verdade.

Não sou dona da razão.

Não sou eu que tenho o domínio sobre minha vida, mas sim, O Meu Criador!

Minha vida me ensinou 

A seguir e aceitar a Quem sempre me Amou,

  E que nunca me condenou.

Ele sempre me acompanhou, acompanha e acompanhará por toda  aminha vida.

Me ensinando o segredo

Do sentido do meu viver

Dentro do meu ser.

Eu não sou o mundo

Que comando

Mas uma simples gota de água

Que tenta seguir sem desespero

Refletindo sobre minhas imperfeições

Dentro do caminho que escolhi.

Caminho este que coberto de pedras, espinhos e flores...

Que vai me levar até aonde eu quero tanto chegar.

Á contemplação de meu Senhor e Salvador!